Amar... Delicadamente!
De todos os problemas do mundo, os de amor são os mais latentes das minhas conversas com as clientes. Percebo amores doentes e doentios. Doentes porque machucam a alma. São amores incuráveis, amores que tiram a auto estima, que subestimam, corroem expectativas. As vezes nem as cria! Doentios porque também machucam, de forma física e psicológica. Doentes quando não mandam flores, não elogiam ou fazem surpresas. Doentios quando ligam demais, querem demais, vigiam demais. Nessas minhas andanças, percebo amor! Fraco, forte, doido, esquisito.. Mas há! Sinto vontade de abraçar ou ficar mais um pouquinho, além do tempo marcado para fazer as unhas, vontade de dizer "Olha, você é uma mãe maravilhosa, uma pessoa incrível, não precisa disso". Ou, "Ei, ele vai voltar, vocês se amam". Mas como dar conselhos de como arrumar um carro, se o pneu do seu está furado ou com o motor fundido? As dores da alma tolhem sorrisos, proíbem...